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Síndrome do "gênio"

A Síndrome do Gênio é uma espécie de superego. A pessoa tem a capacidade de entender de tudo e ainda definir o que deve ser feito. Estes seres acreditam que dominam a matemática, princípios jurídicos, medicina, tecnologia, finanças, administração, engenharia, marketing e por ai vai. 

Em geral ocupam cargos de comando e não fazem ideia do estrago que causam na empresa. 

Bons comunicadores, conseguem convencer pelo discurso, são especialistas em transferir a responsabilidade e jamais admitem suas falhas. Tem boa formação, mas são extremamente acomodados. Por serem pessoas inteligentes, consideram que uma leitura superficial de determinados temas já é o suficiente para criar uma opinião forte. Na presença de superiores, tende a conter suas opiniões para não comprometer sua imagem. Com os pares ou subordinados, subestimam sua inteligência com argumentos absurdos sem qualquer sentido lógico. Pressionados, ganham no grito ou fogem pela tangente. 

Apesar de serem gênios são procrastinadores natos, pois sua genialidade não passa de uma farsa. Curiosamente não é incomum encontrar estas pérolas nas empresas, então só nos resta questionar como é possível tal personagem existir.

Alguns fatores que contribuem para isso são:

  • Empresas paternalistas, que prezam a amizade e não o profissionalismo;
  • Gestão fraca, enquanto os números estão saudáveis tudo é válido.
  • Incapacidade de medir o certo do errado, uma empresa que não enxerga a sua volta, vive um mundo próprio onde os gênios são a verdade absoluta;
  • Comando sem habilidade de enxergar falhas de processo por falta de conhecimento, permitindo que o gênio domine o espaço;
  • Distanciamento da operação por parte dos donos do negócio;
  • Visão voltada para os resultados financeiros.

Cuidado empresas com gênios fazem com que profissionais de qualidade busquem um terreno mais fértil para suas carreiras, perdem a capacidade de inovar, tendem a ficar andando em círculos e seus avanços são extremamente lentos. Este é o cenário perfeito para acabar com um negócio.

Pense nisso.

Sucesso Sempre!!!

A frase do título é uma velha conhecida das reuniões estratégicas quando as empresas enfrentam momentos difíceis. 

Então, eu gostaria de colocar uma pitada de análise mais profunda nessa questão. 

Quando criança, nossas verdades são ditas sem constrangimento, os medos são superados pela vontade, curiosidade e determinação, a criatividade está à flor da pele com ideias estranhas e tantas outras fantásticas.

Será que nos momentos difíceis as empresas não precisam de mais crianças do que homens?

O homem (entenda no sentido homem/mulher), está cheio de travas, crenças e vícios criados ao longo da vida.

Deixo um ponto de vista para refletirmos: Todas as experiências, fracassos e sucessos de nossa vida na fase adulta, aliado a nossa criança ousada e criativa, pode ser a grande saída das empresas e seus profissionais.

Sucesso a todos.

Claudio Roberto de Menezes

A pergunta é simples e a resposta também.

Coloque pessoas com conhecimento técnico, acrescente bom senso, uma dose generosa de comportamento assertivo, e o ingrediente mais raro no mercado: I.C. (imparcialidade e coletividade).

Nesta receita onde a quantidade de cada ingrediente depende do lugar onde será empregada, existe uma barreira de entrada natural e quase intransponível à cultura local e ao individualismo.

As empresas se perdem na sua cultura, cada uma em seu mundo. Algumas acreditam que para alcançar as metas vale tudo, outras dormem em sua experiência obsoleta, aguardando a morte chegar. E existem aquelas que se acham acima de tudo e de todos.

Estes modelos de empresa buscam pessoas com as características similares, e aquelas que não entram no jogo são taxadas de inadequadas (e lá se vai um ótimo profissional).

A Gestão excelente supera qualquer uma destas barreiras. Ela pode modificar empresas e pessoas a qualquer tempo e lugar e só precisa de um único ponto:  a receita básica descrita no início deste artigo.

É claro que alguns irão acrescentar ingredientes que irão enriquecê-la e que sairá ainda melhor sem sombra de dúvida. E somente as empresas dispostas a mudar de verdade poderão provar o sabor único desta iguaria.

Sucesso Sempre

Claudio Roberto de Menezes

Ao entrar na sala, notei algo diferente, o telefone não tocava tudo estava no seu devido lugar, o silêncio era espantoso, não havia conflitos e conversas paralelas, o desanimo era inexistente, era possível falar sem ser interrompido por comentários falsos ou maldosos, a pessoas não criticavam a empresa ou seus colegas de trabalho, não haviam pessoas batendo papo ou navegando na internet  ou nas redes sociais. Percebi que aquela empresa é a melhor empresa do mundo.  Havia um detalhe, a empresa estava fechada, pois era madrugada e o expediente tinha acabado há horas.

Então, concluí que empresas são perfeitas até o momento que as pessoas começam suas atividades. Isso é maravilhoso e ao mesmo tempo desastroso, pois ainda existem empresas que estão sujeitas aos profissionais de baixa qualidade e de índole duvidosa, que colocam toda uma cadeia de valor em risco todos os dias. A falta de visão ou direcionamento do capital humano é generalizada e estamos falando de empresas de todos os portes.

Abro aqui um porém neste cenário, poderíamos responsabilizar em 100% a empresa, mas cada um de nós somos também responsáveis por uma parte desta cultura.

Toda vez que nos deixamos levar pela facilidade de não honrar nossos compromissos com os colegas de trabalho, quando deixamos nossas responsabilidades no trabalho em segundo plano, ou quando criticamos aquele que abusa do poder, mas na primeira oportunidade tiramos proveito da empresa ou de um colega, estamos apenas reforçando a ideia de que “o crime compensa”  e que o importante é não ser pego. Agindo assim, continuamos alimentando diretores, gerentes, gestores e outros cargos da empresa a agirem ainda pior. Nossa cultura precisa mudar imediatamente. Para isso precisamos acreditar que fazer a coisa certa não é sinônimo de puxa saco, que preservar o patrimônio da empresa é para pessoas chatas, que ajudar um colega em dificuldades é para quem não tem o que fazer.

Quando temos tempo para falar bobagens dos outros, deixar de cumprir nosso papel, prejudicar um colega por inveja, egoísmo ou maldade e for contra a empresa onde trabalha é apenas a assinatura de uma carreira medíocre e podre, destinada a terminar como um sujeito que depende de outro com mais poder  para manter o seu emprego. E quem perde com isso são as empresas e aqueles que buscam melhorar os seus negócios todos os dias, mas não percebem que seus maiores concorrentes estão a poucos metros de distância.

Faça uma reflexão, se você é uma pessoa que luta por um trabalho honesto com resultados efetivos e que deseja o seu crescimento e da empresa em que atua mantenha o foco e a direção e para você que busca um emprego e  não trabalho, que quer subir com o erro dos outros pense que o futuro chega para todos nós e talvez hoje seja o dia de se tornar um profissional de verdade.

Claudio Roberto de Menezes

“Vaidade - valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros”.

As empresas estão cheias de “profissionais” com uma vaidade acima do normal, é preciso mencionar que a vaidade é importante, mas dentro de seus limites. 

Existem empresas que não percebem o estrago causado pela “fogueira de vaidades” que seus gestores causam no dia a dia. Estes homens e mulheres que se julgam acima do próprio negócio fazem de tudo para manter o “poder” e o status. 

Para reconhecer uma pessoa desta linhagem basta perceber algumas características básicas:

  • Em reuniões não admitem questionamentos de suas atitudes e quando questionados possuem justificativas vazias e confusas.
  • Em reuniões adoram chegar atrasados ou sair mais cedo, estão sempre muito ocupados.
  • Querem estar sempre na frente de um grupo ou cenário, fazem caras e bocas quando interrompidos ou quando alguém propõe uma ideia diferente da sua.
  • São pessoas alheias às regras e diretrizes da empresa a menos que seja de seu interesse.
  • Possuem uma equipe submissa e limitada, mas altamente protegida por suas asas.
  • Seus relacionamentos são superficiais e baseados nos seus interesses.
  • Ao se sentirem ameaçados, buscam discordar do “oponente” quando o mesmo não está presente.
  • Gostam de ostentar sua posição com carro melhores que dos outros, valoriza suas viagens e bens, perseguem benefícios diferenciados aos demais.
  • Acreditam que conhecem todo e qualquer assunto colocado para se discutir.
  • Agregam pouco ao negócio e se interessam pelos seus resultados pessoais.
  • Praticam a gestão do “gafanhoto” – extraem tudo que podem do ambiente que se instalam e depois migram para outro.
  • Tem um grande poder de persuasão perante seus superiores.
  • São capazes de sabotar de forma inteligente o processo, e na sequência apresentam uma solução para o problema que ele mesmo criou.

Se você conhece gestores com algumas destas características pode apostar que está diante de um perigo instalado na empresa, provocando a ineficiência do processo.

A vaidade pode ferir mortalmente empresas que possuem tudo para dar certo.

Sucesso!

Claudio Roberto de Menezes

Vamos conhecer alguns erros básicos cometidos por “profissionais” que conseguem escolher pessoas sem qualquer preparo ou noção para lidar com outro ser humano.

Infelizmente boa parte das empresas, na visão de seus dirigentes não faz ideia da importância de ter boas pessoas no seu quadro de colaboradores.

Erros básicos:

Colocar pessoas em cargos de contato direto com clientes, fornecedores, colegas de trabalho etc., que afirmam não gostar de pessoas porque são um porre.

Parece impossível? Pode apostar que você acabou de lembrar de alguém assim.

  • Deixar pessoas grossas, mal-educadas, egoístas para gerir uma reunião ou assumir a responsabilidade de um grupo de pessoas.
  • Manter pessoas sem qualquer preparo para comandar equipe ou fazer parte de uma, apenas porque é indicado ou é parente de alguém.
  • Considerar a amizade sem prever consequências.
  • Divulgar que a empresa tem como foco as “pessoas”, quando usam o sistema “garganta abaixo”, dando poder a pessoas determinadas a subir, não importa o tamanho do estrago.

Estes são exemplos comuns, que existem nas empresas de todos os tamanhos e segmentos.

O maior agravante de cenários assim, é o fato de que alguém permite que isso aconteça, estamos falando das pessoas de comando, e aqui cabe uma reflexão. Quem é o mais despreparado? Aquele que executa ou aquele que permite a execução?

A dica é bem simples, se você é uma pessoa que está buscando, crescimento na sua carreira e evolução profissional de verdade, fuja deste tipo de empresa, tenho absoluta certeza de que você irá se sentir muito melhor.

Sucesso Sempre!!!

Este artigo é um desabafo sobre a empresas sem habilidade na Gestão.

Existe um grande problema instalado em muitas empresas, principalmente quando ela já com mais de 30 anos e ainda estão no pequeno ou médio porte. Não é incomum a linha de comando ser formada por Jabutis em arvores, ou seja, você já viu algum Jabuti subir em arvores? Então fica claro que alguém os colocou lá, e o pior de tudo é que eles não fazem ideia do que estão fazendo lá, ou o que precisam fazer lá.

Estes seres possuem algumas habilidades, tais como: São ótimos vendedores de ideias alheias, sabem colocar maquiagem os seus erros ou seguem o grande Homer Simpson “Se a culpa é minha ponho ela em quem eu quiser”, atendem aos pedidos dos superiores assim aparentemente são competentes,  mas destroem o patrimônio com sua vaidade de luxos individuais, são capazes de promover qualquer subordinado que seja de seu interesse pessoal, conseguem se transformar em cameleão para se camuflar no caos, agem como senhores da razão, alguns chegam ao nível de sociopata beirando a falência de um sistema.

Mas a pergunta mais difícil de responder é porque eles continuam na arvore mesmo sendo tão incompetentes?

Existentes três possibilidades:

1ª – Quem os mantém lá é tão ruim quanto, com a diferença que tem mais poder e dinheiro para queimar.

2ª – Os jabutis são tão “espertos”, que conseguem esconder quem realmente são e o estrago que fazem diariamente na empresa, quando se percebe já é tarde.

3º - Os jabutis são peças tão antigas, que as empresas ficam pensando no passado de 30 anos sobre seus feitos, o que é de um absurdo pensar assim no meio corporativo.

Aprendi na década de 90 que as contas pagas este mês serão pagas com o dinheiro ganho mês passado ou no próprio mês, e assim por diante, o que foi feito no passado pagou as contas do passado. Ter lutado a segunda guerra é digno de medalha, mas não te qualifica para lutar as batalhas de hoje.

O agora é simples e direto, “faça o que precisa ser feito ou saía da frente para outro fazer”.

Enfim se você é um Jabuti, agradeça todos os dias por ter achado uma arvore que te aceitou, ou se você é um pessoa que precisa conviver com o Jabuti, entenda que quando a arvore for efetivamente balançada pode apostar que não sobrará um sequer, tenha paciência e perseverança.

Sucesso sempre!

Pessoas é o elemento central de qualquer empresa não importa seu tamanho faturamento ou segmento.

Esta parece uma frase lógica, mas é um dos maiores desafios a ser enfrentado em grande parte das empresas.

Boa parte das empresas já classificam as pessoas pelo seu “custo”, o que define um erro básico. Pessoas não são custos elas definitivamente são investimentos.

Ao enxergar as pessoas como investimentos a empresa passa a atuar de forma mais efetiva, como um investimento deve ser tratado.

Bons investimentos precisam receber atenção e acompanhamento adequado, as vezes é necessário aplicar mais recursos nestes investimentos. Quando o investimento é inadequado ou pouco rentável é preciso troca-lo por outro, ou quando se tem altos retornos em certos investimentos precisamos ter cuidado para não perder tudo.

Além da visão de investimento as empresas precisam entender que cada pessoa da empresa possui dois papeis diariamente, um papel social e um papel profissional, mas a vida desta pessoa é a mesma, compreender como as duas devem funcionar e se integrar é fundamental para alcançar o máximo do potencial. Reconhecer que os resultados da empresa são alcançados quando os resultados da pessoa também são alcançados e propor um modelo de trabalho quase indestrutível.

As empresas precisam entender que boa parte do seu sucesso ou fracasso é com base no como a estrutura de pessoas foi constituída, quais os valores e as crenças que efetivamente foram implantadas.

Quando estamos falando das empresas, falamos das pessoas que estão na direção não importa o modelo de empresa, mas sim o modelo de pessoa que você resolveu empregar.

Gestão de Pessoas existe em culturas organizacionais que acreditam no papel fundamental de cada indivíduo. 

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